É ético gerar uma vida para servir como banco de tecidos a serem utilizados em procedimentos médicos? No caso de salvar vidas, sim é ético. Como no caso dos filhos de Rag e Shahana que poderão gerar um bebê por reproduçaõ assistida para salvar a vida de seu filho Zain Hashimi, que sofre uma doença (talessemia beta maior) na qual o tratamento consiste num transplante de medula. Mas não foram achados localizados outros doadores compatíveis. Zain, apesar de ter cinco irmãos, não encontrou nenhum. É aí que seus pais, Raj e Shahana, tiveram a idéia de recorrer a uma gravidez "projetada". Eles produziriam, através de técnicas de reprodução assistida (fertilização "in vitro"), uma série de embriões e selecionariam para implante aquele cujos tecidos fossem compatíveis com os do garoto. Depois que o bebê nascesse, o cordão umbilical poderia fornecer as células-tronco utilizadas no transplante.
Nesse caso a Reprodução Assistida deve sim ser permitida, para salvar vidas e dar direito a uma vida digna sem complicações aos filhos.
Hoje com tanta tecnologia, com tanta ciência. Por quê não usar em função de salvar vidas? Isso é o mais importante, usar novas formas para proporcionar a quem precisa: saúde e condição de vida. Mas a Reprodução assistida não deve ser usada de forma fútil, só em último caso, quando não há outra forma de tenar solucionar o problema.
Nesse caso a Reprodução Assistida deve sim ser permitida, para salvar vidas e dar direito a uma vida digna sem complicações aos filhos.
Hoje com tanta tecnologia, com tanta ciência. Por quê não usar em função de salvar vidas? Isso é o mais importante, usar novas formas para proporcionar a quem precisa: saúde e condição de vida. Mas a Reprodução assistida não deve ser usada de forma fútil, só em último caso, quando não há outra forma de tenar solucionar o problema.
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